O “bitchmaps” já identificou milhares de estabelecimentos no sul e no sudeste
A irreverência já começa no trocadilho do nome e segue com a função peculiar que se deu à ferramenta de mapas do Google.
O “bitchmaps” (mapa de prostitutas, em tradução livre) é um experimento de geotagging (identificação geográfica) “motivado pela enorme quantidade de endereços físicos de acompanhantes/estabelecimentos nos fóruns, que poderiam ser facilmente visualizados num mapa”, segundo o próprio site.
Entre os registros de prostíbulos e pontos de prostituição em Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Grande São Paulo, Rio de Janeiro, Londrina e Porto Alegre, estão ainda recados desesperados como: “alguém sabe da Giseli que atendia na rua Panamericana????”.
http://www.abril.com.br/noticia/comportamento/site-usa-ferramenta-google-mapear-prostibulos-391413.shtml